Uma coisa é verdade: não existe música ruim. Se uma música não agrada A, B ou C, ela pode perfeitamente contemplar os gostos de X, Y e Z. No Brasil, com tanta diversidade, todos os gêneros se encaixam em um cenário musical crescente, rico em sons e experimentações que, em muitos casos, funcionam muito bem. João Brasil é um mestre em experimentar fusões entre o que há de mais oposto na música.